SEMANA DE MODA - MADRI
- Duyos: A ideia da Duyos era trazer roupas do começo do século 20 pra garotas contemporâneas. O resultado é bem chic, minimalista, com direito a transparência, gola de pelos e um vestido-blazer com brilho futurista bem interessante, de seda com plástico.
- Elisa Palomino: é daquelas estilistas-personagens, tem um estilo todo característico: sempre usando fascinator. Sua inspiração inicial pra essa coleção é o livro de poemas de Florine Stettheimer, “Crystal Flowers“, e partiu pro próprio estilo das irmãs do livro, que conviviam com artistas de vanguarda. Na passarela há veludo devorê, muitas flores (inclusive em fascinators), muito rosa, boas estampas.
- Ailanto: as estampas do seu desfile foram muito delicadas, vem de lugares como bordados orientais do século 17, papel de parede do Royal Pavilion de Brighton… Tudo converge pra Chinoiserie, um movimento europeu de artes e ofícios inspirado na China e Japão que viu seu auge no século 18. E Chinoiserie é justamente o nome da coleção de Ailanto. O estilista usou uma paleta de cores com verde musgo e em seguida, bege. Depois, moda festa minimal: vestidos de cintura baixa com sobreposição de tecido, com faixas soltas que voam com o movimento da modelo.
- Juanjo Oliva: veste muita gente da alta sociedad madrileña, fez um desfile a la Dior e colocou Lana del Rey pra tocar. Brocados chics, zíperes em tom sportswear, saias amplas, belos sapatos e looks fechados totalmente transparentes fazem parte da coleção.
· Ángel Schlesser: apresentou ideias co casaco de pele com bolso canguru e capuz, ou o macacão minimal em nude e preto.
- Hannibal Laguna: apareceu com looks dramáticos em preto com babados e transparência, e um make caprichado.
- Ion Fiz: desconstruiu a alfaiataria e referências à aviação deixando os looks espojados, largos e confortáveis.
- Juana Martín: abusoude uma bolona tipo pérola fazendo um poá 3D gigante nos looks Jackie O e abusou também da transparência, rendas, cintura alta, tudo muito 60’s.
- Ana Locking: se inspirou na art déco, de origem francesa (abreviação de arts décoratifs) foi um movimento popular internacional de design, dos anos 20, explora as linhas sinuosas e assimétricas. O desfile teve um estilo luxuoso, assim como o movimento, que destinava a art déco à burguesia enriquecida do pós-guerra, empregando materiais caros como jade, laca e marfim.
- Aristocrazy: investiram em jóias maravilhosas e enormes, bem extravagantes, mas todas excelentes!



